90º Encontro do Coptrel é encerrado com assinatura da Carta de Recife

Documento reúne deliberações dos presidentes dos TREs

Da esquerda para a direita: o presidente do TRE-GO, Luiz Cláudio Veiga Braga, veste terno cinza ...
Da esquerda para direita: o presidente do TRE-GO, Luiz Cláudio Veiga Braga, e o Diretor-Geral do TRE, Leonardo Sapiência Santos

Depois de três dias de trabalho intenso e debates produtivos, o 90º Encontro do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel) foi encerrado na última sexta-feira (6), com a assinatura da Carta de Recife.

O Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) participou do encontro com uma delegação composta pelo presidente da Corte, desembargador Luiz Cláudio Veiga Braga; pela desembargadora eleitoral Joyre Sobrinho; pelo diretor-geral, Leonardo Sapiência; e pelo secretário de Comunicação Social, Brazil Nunes. Os representantes goianos acompanharam as discussões e atividades realizadas ao longo da programação do evento.

A edição também foi marcada pela eleição do novo corpo diretivo da entidade. Foram eleitos o desembargador Claudio Tavares (TRE-RJ) para a presidência; a desembargadora Serly Alves (TRE-MT) para a vice-presidência; a desembargadora Ana Lúcia dos Anjos (TRE-SE) como 1ª secretária; e o desembargador Carmo Antônio de Souza (TRE-AP) como 2º secretário.

Carta de Recife

Ao final de cada encontro do Coptrel é elaborado um documento que reúne as deliberações resultantes das reuniões das categorias participantes — presidentes, diretores-gerais e assessores de comunicação. O documento recebe o nome da cidade-sede do evento e é assinado por todos os presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais presentes.

Confira a íntegra da Carta de Recife:

O COLÉGIO DE PRESIDENTES DOS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS, em sua nonagésima reunião, realizada de 4 a 7 de março de 2026, na cidade do Recife (PE), após deliberar sobre os temas constantes da pauta e de manifesta relevância para a Justiça Eleitoral, concluiu:

  • Reconhecer que a fraude à cota de gênero não constitui apenas violação legal, mas também um atentado à representatividade política. Nesse sentido, os tribunais comprometem-se a intensificar a fiscalização de candidaturas fictícias, por meio do cruzamento de dados que permitam identificar ausência de atos de campanha ou votação ínfima.

  • Reforçar o monitoramento e a resposta rápida no combate à desinformação, com a implementação de núcleos de inteligência voltados à identificação e neutralização de narrativas falsas que coloquem em dúvida a segurança das urnas eletrônicas e do processo eleitoral.

  • Promover uma gestão pautada pela excelência e pelo uso racional dos recursos, com o fortalecimento da cooperação entre os Tribunais Regionais Eleitorais, visando ao compartilhamento de boas práticas de gestão administrativa e judiciária.

  • Implementar a inovação institucional, com o desenvolvimento de ações voltadas à modernização da gestão pública e à busca de soluções criativas para os desafios institucionais.

Recife, 6 de março de 2026.

SECOM

Com informações do TRE-PE

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